segunda-feira, 4 de julho de 2011

No último trimestre, o setor de saúde alcançou 46,6 milhões de usuários

Segundo a revista Apólice, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou dados que mostram que o setor de saúde suplementar chegou a 46,6 milhões de usuários nos primeiros três meses deste ano. Comparando com o mesmo período de 2010, houve um crescimento de 2%, o maior já obtido em um primeiro trimestre, segundo a autarquia.

Usuários com planos exclusivamente odontológicos somaram 15,3 milhões. O número de registro de operadoras também cresceu nesse período – 16 novas. Foi a primeira vez que este número foi maior que o de cancelamentos em uma década – seis foram cancelados. Em 2010, no mesmo período, o mercado obteve quatro novas operadoras, enquanto 41 foram canceladas.

Ano passado, a receita das operadoras médico-hospitalares, segundo dados revisados da ANS, foi de R$ 72,7 bilhões, 13,2% a mais que em 2009. A sinistralidade (razão entre a despesa assistencial e receita de contraprestações), no entanto, apresentou um pequeno recuo: caiu de 83% para 81,1%. A receita das operadoras exclusivamente odontológicas foi de R$ 1,7 bilhão, expansão 23,5% maior que a de 2009. A sinistralidade dessas operadoras também diminuiu: de 48,5%, foi para para 45,9%.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

SUS mobiliza o Brasil para vacinar crianças contra paralisia infantil e sarampo

A campanha de vacinação contra a poliomielite terá uma novidade este ano: além das já conhecidas duas gotinhas contra a paralisia infantil, cidades de oito estados vacinarão as crianças contra o sarampo. A primeira etapa começa no próximo sábado, 18 de junho, abrangendo municípios de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas. Desde quarta-feira, 15, um comunicado sobre a vacinação está sendo veiculado em emissoras de televisão e rádio dos oito estados citados.

A campanha de vacinação contra o sarampo, chamada de “campanha de seguimento”, costuma ocorrer em intervalos de três a cinco anos, para reforçar a proteção das crianças e manter o Brasil sem transmissão disseminada do vírus causador da doença. A última campanha foi em 2004, e havia outra prevista para 2009, que não aconteceu por causa da pandemia da gripe H1N1. Também não ocorreu em 2010 por conta da vacinação contra a influenza pandêmica.

Este ano, a campanha de seguimento estava planejada para acontecer durante a segunda etapa da vacinação contra a paralisia infantil, que começará em 13 de agosto. No entanto, um surto da doença na Europa com mais de 6,5 mil casos suspeitos – sendo 5 mil apenas na França – fez com que o Ministério da Saúde optasse, juntamente com estados e municípios, por adiantar a ação em áreas prioritárias.

Confira, na tabela a seguir, as datas e locais da vacinação e o público que se pretende atingir.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ministério da Saúde alerta para surto de infecção por bactéria

A pessoas em viagem internacional, especialmente a países da Europa e aos Estados Unidos, o Ministério da Saúde recomenda que não consumam alimentos crus. O alerta é decorrente do registro de mais de 1800 casos de infecção pela bactéria Escherichia coli (E.coli), que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), já matou 18 pessoas, especialmente na Alemanha.

Não há nenhuma recomendação que restrinja viagens ao exterior, mas é preciso respeitar as orientações das autoridades de saúde do país visitado.

Até agora, nenhum caso foi registrado no Brasil, mas uma nota técnica divulgada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, alerta que profissionais de saúde, tanto da rede pública quanto da privada, devem prestar atenção em pacientes que fizeram viagens internacionais nos últimos 30 dias, principalmente à Alemanha. Entre os sintomas da infecção por um tipo mais agressivo da bactéria - E.coli enterohemorrágica – estão fortes cólicas abdominais e diarreia com sangue.

Em casos suspeitos, os profissionais devem coletar uma amostra de fezes e enviar para a vigilância epidemiológica municipal ou estadual. As Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, junto com o próprio Ministério da Saúde, devem receber notificação do caso por telefone em até 24 horas, para dar início à investigação epidemiológica.

O uso de antibióticos e antidiarreicos é contraindicado, pois pode agravar o quadro do paciente. O tratamento indicado se restringe a hidratação e medidas de suporte que se mostrarem necessárias, de acordo com orientação médica.

O Ministério também preparou dicas para preparar alimentos de forma a evitar a infecção:

1. Consumir apenas água potável e alimentos bem lavados;
2. Manter a limpeza durante o preparo dos alimentos;
3. Separar alimentos crus de cozidos (durante o preparo);
4. Cozinhar completamente os alimentos (acima de 70º C); e
5. Manter os alimentos em temperaturas seguras.

Você pode ler mais sobre o surto no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Fotos do evento “Inovação e Gestão de Pessoas”, patrocinado pela CASE

Em 01 de junho, a CASE patrocinou o evento “Inovação e Gestão de Pessoas” apresentado pelo palestrante Clemente Nóbrega. O evento foi organizado pelo Comitê de Recursos Humanos Estratégicos da AMCHAM RJ/ES como você leu aqui no blog.

Confira, abaixo, as fotos do evento.







quinta-feira, 2 de junho de 2011

CASE patrocinou evento de RH na AMCHAM

Ontem, dia 01/06, a CASE patrocinou o evento “Inovação e Gestão de Pessoas”, que foi organizado pelo Comitê de Recursos Humanos Estratégicos da AMCHAM. O encontro aconteceu no Centro de Convenções da Bolsa.

A palestra, ministrada pelo físico e engenheiro nuclear Clemente Nóbrega, teve como objetivo valorizar as novas práticas de RH. Cerca de 80 gestores da área de Recursos Humanos de médias e grandes corporações estiverem presentes.

Segundo o diretor da Case, Rafael Motta, o mercado de RH está muito dinâmico e seus desafios para encontrar e, principalmente, reter talentos, cada vez maiores. "Novas estratégias precisam ser desenvolvidas, tornando a gestão de pessoas um diferencial competitivo para as empresas, o que influenciará diretamente em sua produtividade”, afirmou. Este é um fato que se aplica aos mais diversos setores do mercado. “Na área de seguros não é diferente. Profissionais qualificados, que entendam perfeitamente a complexidade de todas as operações do setor, são difíceis de encontrar”, completou.

A CASE é a melhor opção para as empresas que querem otimizar suas práticas de RH. “O trabalho da CASE é pautado por uma grande parceria com os gestores de RH de suas empresas clientes, construindo ações conjuntas não só para a administração dos planos de saúde e/ou seguros, mas, principalmente, gerando soluções para melhoria do bem estar e qualidade de vida dos funcionários,” disse Motta.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Discutindo a verticalização do setor de Saúde no Rio de Janeiro

Promovido pelo Clube de Corretores e Consultores de Benefícios do Rio de Janeiro – CCCB no dia 28 de abril, o evento “Vantagens e Desvantagens da Verticalização do Setor de Saúde no Rio de Janeiro” contou com a presença do diretor executivo da CASE e integrante da diretoria da AMCHAM, Rafael Motta, do diretor técnico da Amil, Dr. Antonio Jorge Kropf, e do diretor executivo da Tempo Saúde, Marcelo Avena. O diretor técnico do CCCB, Paulo Machado, mediou o debate. Pedro Monteiro, presidente do CCCB, e Cassio Zandona, superintendente da Amil, também estiveram presentes.

Verticalização é a estratégia que prevê que uma empresa produzirá internamente todos os serviços ligados ao seu negócio. No caso em questão, as operadoras de saúde teriam sua rede própria de clínicas, hospitais e laboratórios, oferecendo a seus clientes um leque cada vez maior de possibilidades e facilidades.

No evento, Motta destacou as margens reduzidas com que as operadoras estão trabalhando, o que torna a verticalização favorável; mas ressaltou que o foco no consumidor, visando qualidade de atendimento e preservação da ética médica, deve ser prioritário nesse processo.

Segundo Kropf, a verticalização é um instrumento, mas o modelo é o fator principal. Administrar o nível da verticalização também se faz fundamental, uma vez que seu excesso pode acarretar no fim de diversas empresas de saúde no Brasil.

Avena ressaltou que, para administrar uma empresa verticalizada, é necessário gestão de informação e formação de parcerias comerciais. Segundo ele, diante do impedimento legal de verticalização para as seguradoras de saúde, é importante que as operadoras verticalizadas disponibilizem sua rede para todo o mercado, em benefício do consumidor.

Motta completou frisando a necessidade de maior comunicação entre as operadoras e seguradoras de saúde, visando um posicionamento mais homogêneo e saudável para o setor.

Ao fim do evento, os palestrantes concluíram que, para o sucesso da verticalização, é necessário que haja o equilíbrio de três variáveis: inovação, informação e qualificação profissional.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Rafael Motta será palestrante no evento “Vantagens e Desvantagens da Verticalização do Setor de Saúde no Rio de Janeiro”

O diretor executivo da CASE, Rafael Motta, que recentemente assumiu uma cadeira na diretoria da AMCHAM, participará da palestra “Vantagens e Desvantagens da Verticalização do Setor de Saúde no Rio de Janeiro”. O evento acontecerá na próxima quinta-feira, dia 28 de abril, no Hotel Guanabara, localizado no centro carioca.

Além de Motta, palestram o diretor técnico da Amil, Dr. Antonio Jorge Kropf, e o diretor executivo da Tempo Saúde, Marcelo Avena. O evento será bastante interativo com a platéia, no formato de um talk show, e será mediado pelo diretor técnico do Clube de Corretores e Consultores de Benefícios do Rio de Janeiro, Paulo Machado.

Cada palestrante fará um breve resumo de sua carreira antes de começar a responder às perguntas do público. O evento será divido em duas partes, intermediadas por um coffee break, e tem previsão de término às 12 horas.